Turismo de Risco

Pessoas existem que gostam de se arriscar, outras não, assim é inerente a personalidade de cada um fazer um turismo receptivo convencional ou se lançar num turismo de risco como é o caso das viagens a Antártida. Essa atividade teve inicio na região, no final da década de 50, ocasião em que Argentina e Chile levaram as Ilhas Shetlands do Sul mais de 500 turistas, porém somente em 1966 quando o tema educação ambiental se incorporou ao slogan “você não pode proteger o que você não conhece” que a atividade turística realmente se firmou naquela região. Nessa época a Proteção Do Meio Ambiente já era preocupação de muitos estudiosos que acreditavam que vivenciando a Antártida faria com que as pessoas passassem a ter uma maior consciência ecológica.

Agência

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Atrativos turísticos

Levar pessoas a compreender o importante papel que tem a Antártida no ambiente globalizado não é tarefa fácil, entretanto as condições peculiares daquela região com o isolamento físico, as baixas e extremas temperaturas, a adversidade do clima e a peculiaridade da vida selvagem são atrativos importantes para quem gosta de se arriscar mesmo quando em atividades turísticas. Quem gosta desse tipo de turismo de aventura em geral é um Conquistador Nato e apesar de ser ainda muito caro o turismo doméstico nesta região, existem diversas operadoras que nos últimos anos tem se aventurado na Antártida. Na atualidade são nada menos do que 35 operadoras de 10 diferentes países atuando com navios de turismo na Antártida. As excursões acontecem entre novembro e março e nas zonas que estão sem gelo.

Turismo de Risco

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Atividades dos turistas na região

Incursões em regiões costeiras, visitação a monumentos históricos, a colônias de animais, estações científicas são algumas das atividades dos turistas. Ecoturismo e esportes de aventura como alpinismo e mergulho também fazem parte da programação. Tudo isso é feito com a supervisão da tripulação que tem gente especializada em todos os tipos de atividades que são realizadas na região. Dessa tripulação fazem parte biólogos, geólogos, ornitologistas, historiadores, naturalistas além de outras pessoas especializadas em áreas diversas. No roteiro temos 150 sítios com 20 estações cientificas que chegam a receber 7.000 turistas por ano. Muitos são os pesquisadores que viajam nestes navios.  

Capital

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Novas regras para navios de turismo

Neste momento começa a ser discutida a criação de novas regras para os navios que se dirigem a Antártida. A Nova Zelândia considera essas regras importantes para que se possa evitar que um desastre aconteça naquela região remota. Evitar um acidente de maiores proporções e Os Desastres Ambientais Graves é objetivo da reunião que estará acontecendo com 80 especialistas de 47 países que participam do Tratado Antártico e que irá a partir de quarta-feira debater novas regras que deverão ser impostas para barcos de turismo emissivo que viajam para aquela região, além é claro das importantes questões ambientais.

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Categoria(s) do artigo:
Aventura

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